Polícia Civil segue nesta terça com oitivas de parentes de vítimas intoxicadas por dietilenoglicol
Publicado em 21/01/2020

De acordo com a polícia, nesta terça-feira (21) serão ouvidas 4 pessoas. Depoimentos começaram nesta segunda e o delegado Flávio Grossi ouvi outras 4. Cervejas Belorizontina, da Backer Danilo Girundi/TV Globo A Polícia Civil segue ouvindo parentes de vítimas intoxicadas por dietilenoglicol, substância tóxica encontrada na cerveja Backer, nesta terça-feira (21), em Belo Horizonte. Segundo a corporação, quatro pessoas serão ouvidas. Os depoimentos começaram nesta segunda-feira (20) e foram ouvidas outras quatro, entre elas, Flávia Schayer Dias, mulher do professor universitário Cristiano Mauro Assis Gomes. Familiares de Maria Augusta de Campos Cordeiro também depuseram na capital mineira. Maria Augusta é uma das vítimas do caso Backer e morreu em Pompéu, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais após consumir Belorizontina na capital mineira. Resumo: Uma força-tarefa da polícia investiga 21 notificações de pessoas contaminadas após consumir cerveja; quatro morreram; Os sintomas da intoxicação incluem náusea, vômito e dor abdominal, que evoluem para insuficiência renal e alterações neurológicas; A Backer nega usar o dietilenoglicol na fabricação da cerveja. Diz que usa o monoetilenoglicol; A cervejaria foi interditada, precisou recolher seus produtos e interromper as vendas de todos os lotes produzidos desde outubro; A diretora da cervejaria disse que não sabe o que está acontecendo e pediu que clientes não consumam a cerveja; O governo de MG criou um portal para informar sobre intoxicação; À Justiça, a Backer apresentou um vídeo com suposto indício de sabotagem. Polícia investiga 21 casos suspeitos de intoxicação por dietineloglicol em MG Pedido para exumação A Polícia Civil quer analisar o corpo de Maria Augusta de Campos Cordeiro, de 60 anos, morta em Pompéu, no Centro-Oeste de Minas, porque ela morreu no dia 28 de dezembro, antes da intoxicação por dietilenoglicol ser conhecida das autoridades. A corporação pediu à Justiça autorização para exumar o corpo. ?A exumação é mais um elemento de toda a cadeia investigativa, né. Mas, nós sabemos que a família já comprou a bebida, no local certo, tempo certo?, afirmou o delegado Flávio Grossi. Os parentes da vítima concordaram com a exumação. ?Desejo da família que se isso for contribuir para investigação. Se isso for contribuir para que haja uma identificação real, para que a verdade apareça, a família está de acordo?, disse Christiani Assis, enteada da vítima. Processo cervejeiro Arte/G1 Initial plugin text
<< Voltar para notícias
QUESTOR PLANALTO - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS